Quando o dia da paz renascer, quando o sol da esperança brilhar, eu vou cantar.
Quando o povo nas ruas sorrir, e a roseira de novo florir, eu vou cantar.
Quando as cercas caírem no chão, quando as mesas se encherem de pão, eu vou cantar.
Quando os muros que cercam os jardins, destruídos então os jasmins, vão perfumar.
Vai ser tão bonito se ouvir a canção, cantada de novo.
No olhar do homem a certeza do irmão, reinado do povo. ( bis )
Quando as armas da destruição, destruídas em cada nação, eu vou sonhar.
E o decreto que encerra a opressão, assinado, só no coração, vai triunfar.
Quando a voz da verdade se ouvir, e as mentiras não mais existir, será enfim.
Tempo novo de eterna justiça, sem mais ódio, sem sangue, ou cobiça, vai ser assim.
Quem está do seu lado pode cantar também,
pede para abrir a câmera e scanear o QR-code.